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| Foto: Reprodução |
Concluímos mais uma Copa do Mundo de futebol masculino e continuamos sendo o único país a ter disputado todas as vinte e três edições da competição, desde 1930, no Uruguai. Também somos a única seleção a conquistar cinco vezes a maior e mais importante competição de futebol do mundo: somos pentacampeões.
Mas, ultimamente, as coisas vêm mudando muito, lamentavelmente, no país antes denominado de “país do futebol”. Senão, vejamos as estatísticas da Copa do Mundo de 2026, encerrada recentemente e conquistada, merecidamente, pela equipe espanhola, que conseguiu unir habilidade individual com espírito coletivo.
Conseguimos, segundo o ranking da Fifa, uma inexpressiva e pífia décima primeira colocação na classificação geral entre os concorrentes ao título. Índice que, por si só, não deixa a mínima dúvida sobre o péssimo futebol praticado pelos nossos ídolos.
A seleção ideal dos melhores da Copa, montada e escolhida por analistas esportivos de vários países, foi assim definida: goleiro: Unai Simón (Espanha); laterais: Pedro Porro (Espanha) e Marc Cucurella (Espanha); zagueiros: Pau Cubarsí (Espanha) e Lisandro Martínez (Argentina); meio-campistas: Rodri (Espanha), Jude Bellingham (Inglaterra) e Michael Olise (França); atacantes: Lionel Messi (Argentina), Kylian Mbappé (França) e Erling Haaland (Noruega). Nenhum atleta da seleção canarinho foi escolhido para compô-la.
O melhor jogador da Copa de 2026 foi o espanhol Rodri, ganhador do troféu “Bola de Ouro”, oferecido pela Fifa. O goleiro menos vazado da competição, ganhador da famosa “Luva de Ouro” e que sofreu um único gol, foi o espanhol Unai Simón.
Os sete maiores artilheiros do Campeonato Mundial de 2026 foram: 1) Kylian Mbappé, 10 gols; 2) Lionel Messi, 8 gols; 3) Erling Haaland, 7 gols; 4) Jude Bellingham, 7 gols; 5) Harry Kane, 6 gols; 6) Ousmane Dembélé, 6 gols; 7) Mikel Oyarzabal, 5 gols. Também não houve nenhum brasileiro entre os goleadores de destaque.
A atual Copa do Mundo, que virou um negócio extremamente comercial, contou com a participação de 48 seleções e, para a nossa tristeza, nenhuma delas foi comandada por treinadores brasileiros, nem mesmo a nossa equipe. Sim, o nosso técnico, que recebe salário maior do que os dois treinadores que fizeram a grande final da Copa, juntos, é italiano.
Na realidade, o nosso país foi destaque apenas pelo lado negativo e humorístico, quando gastou uma fortuna de dinheiro levando dirigentes de federações, de clubes e até mesmo uma amante do presidente da CBF, conforme noticiado na imprensa do Sul do país.
Outro aspecto bastante, digamos, inusitado, para não usar outras expressões que o leitor sabe e entende, são as inúmeras casas de apostas que surgiram no Brasil patrocinando nossos clubes e campeonatos.
Serpa Di Lorenzo




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