Europa deve barrar brasileiros, mas COB mantém plano de enviar atletas para treinar no exterior

Seleção brasileira de judô pretende ir a Portugal no começo de julho — Foto: Valter França/COB
Os atletas brasileiros podem encontrar mais uma barreira para retornar aos treinos por causa da pandemia do coronavírus. A União Europeia estuda como abrir suas fronteiras a partir de 1º de julho e, segundo a "Folha de S. Paulo", deve barrar passageiros de países em que a o vírus não está controlado, incluindo o Brasil. Isso coloca em xeque o plano do Comitê Olímpico do Brasil de enviar a elite do esporte nacional para treinar na Europa, onde os atletas já estão retomando suas atividades. O COB, porém, mantém o planejamento rumo às Olimpíadas de Tóquio, adiadas para 2021.
Para não ficar atrás de outros países na corrida até as Olimpíadas de Tóquio, em julho de 2021, o COB pretende investir até R$ 18 milhões para enviar atletas à Europa. A primeira turma deve sair do Brasil no começo de julho e deve fazer treinamentos em um centro na cidade portuguesa de Rio Maior. A seleção brasileira de judô é uma das que serão contempladas nesta primeira leva. Isso se Portugal, que faz parte da União Europeia, não aderir a restrições de viagens para brasileiros.
- O Comitê Olímpico do Brasil elaborou sua programação para o período de treinos em Portugal em cima de informações acerca de protocolo recebidas do CT de Rio Maior, instalação público-privada a ser utilizada como base do Time Brasil. O COB está atuando em parceria com o Comitê Olímpico Português para esclarecer as informações que chegam de fontes desencontradas a respeito da entrada de brasileiros em Portugal. O objetivo do COB é oferecer as melhores condições de volta aos treinos aos atletas brasileiros respeitando todas as orientações de segurança no enfrentamento da pandemia - informou o COB em nota.
O COB afirma ter garantias de que os atletas brasileiros não vão ser barrados. No entanto, os parâmetros anunciados pela União Europeia para liberar viajantes vindo do exterior incluem número de novas infecções, a tendência da epidemia (se os números estão crescendo ou diminuindo) e as políticas de controle do vírus no país de origem. O Brasil ainda vê os números crescerem e pode se tornar no fim de junho o país com maior número de mortes decorrentes da covid-19.

Por GloboEsporte.com 
São Paulo
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