Brasil tem um bom nível em exportação de treinadores de futebol

O Brasil sempre teve uma grande safra de profissionais nível exportação, e no futebol sempre foi uma grande referência, no passado exportando grandes nomes, como Otto Glória, Zagallo, Felipão.
Outros nomes como Zico, Paulo C. Carpegiane, Hélio do Anjos, Autuori, Joel Santana, Ricardo Gomes, e aqueles um pouco menos conhecidos dos brasileiros como André Gaspar, Márcio Máximo, Beto Bianchi, Cleibson Ferreira e Leonardo Vitorino.
Os ex atletas consagrados como Roberto Carlos, Sylvinho e Thiago Motta também figuram agora como treinadores brasileiros no exterior.
Muito tem sido os desafios que estes e outros profissionais enfrentam ao tentar seguir a sua carreira no exterior, seja na Europa, na Ásia ou nas Américas.
O futebol brasileiro tem encontrado algumas dificuldades em ser validada a sua licença que ainda não teve o reconhecimento da UEFA, muitos profissionais consegue sua atuação graças as licenças adquiridas nos respectivos continentes.
André Gaspar mencionou as dificuldades encontradas para poder trabalhar na Coreia.
Talvez por eu ter atuado no país como atleta e ter sido comandado pelo presidente do clube, que na época foi meu treinador pode ter facilitado eu ser efetivado no cargo depois de 2 anos como auxiliar técnico”  relatou.
Para Cleibson Ferreira ter jogado no futebol Boliviano e ter a facilidade de falar o espanhol lhe ajudou a ter uma aceitação maior dos atletas.
Ter jogado no país, conhecer as particularidades do futebol Boliviano, as mudanças de altitudes é um exemplo, e saber o idioma ajudou um pouco, aquí não se usa intérprete, e o fato de falar espanhol facilitou esta interação com o grupo, fazer entender a nossa orientação, seja no trabalho diário e nos jogos foi essencial para uma aceitação do grupo”, relatou
Para Fábio Lefundes na China o idioma é um grande desafio.
Mesmo o clube tendo intérprete enfrentamos muitas dificuldades, pois a China possui muitos dialetos e nosso intérprete fala o mandarim, tivemos alguns problemas em momentos super importante na hora de orientar a equipe”, Relatou
Para Zico, são várias dificuldades más conhecer bem o lugar é muito importante.
Conhecer o país me ajudou muito, ter uma noção do idioma que é muito diferente, ter uma história com o clube tudo isso facilita, mas em outros lugares onde eu não tive isso, seguramente tive mais dificuldades”, relatou.
Recentemente os resultados não foram muito favoráveis ao Thiago Motta que custou o seu cargo e seguro não foi o tema idioma porque Thiago possui fluência em alguns idiomas e o italiano faz parte de sua fluência. 
Más o caso mais comentado foi o recorde negativo do treinador Sylvinho que a frente do Lyon da França comandou a equipe em apenas 9 jogos, e muito foi falado que a sua ideia de jogo, falta de experiência, substituições equivocadas, e o idioma, onde falava em português com a imprensa, e inglês com o grupo, onde o Francês era a língua mais falada no vestiário, todos estes fatores foram determinante para Sylvinho ter tido este recorde negativo da equipe francesa.
A vida dos treinadores brasileiros no exterior não tem sido fácil, a busca pela qualificação tem sido crescente no país, mas acreditamos que a aceitação das licenças brasileiras pela UEFA seguramente vai abrir novamente esta importante praça futebolística para os bons treinadores brasileiros, fato hoje que já acontece com os nossos hermanos Argentinos.
Estamos vendo e acompanhando uma  grande geração de treinadores sendo introduzido no exterior, esperamos que os mesmos os bons resultados os acompanhem para que em um futuro próximo tenhamos novamente um brasileiro nas grandes ligas o último foi justamente o Sylvinho no Lyon.
Temos na História Felipão no Chelsea, Vanderlei Luxemburgo no Real Madrid, Ricardo Gomes no PSG e muitos outros vencedores como Parreira, Zagallo, Abel Braga…
Desejamos sucesso e bons resultados ao Zico no Japão, André Gaspar na Arábia Saldita, Thiago Mota que recentemente comandava o Gênova da Itália, ao Cleibson Ferreira no futebol Boliviano, ao Márcio Máximo nas Guianas, ao Sylvinho nosso último representante em uma grande Liga Mundial, ao Fábio Lefundes na China, ao Fábio Carille na Arábia Saldita e a todos outros grandes treinadores que levam o nome do Brasil aos 4 quantos do mundo. 

Fonte: Olé
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