Ele não é paraibano, más já se sente em casa

 
Cleibson Ferreira(Foto: Ascom/Atlético-PB)
Entre alegrias e tristezas Cleibson Ferreira fala um pouco da sua passagem no futebol deste importante estado nordestino.
Professor, muito se fala de sua passagem no futebol paraibano, entre muitos destes assuntos fala-se de um possível regresso, no dia 19/07 no programa esportivo do Frank Herik (Sertão Esportes) da TV Sertão da Paraíba, muito foi enaltecido o seu trabalho pelo apresentador, e um ilustre convidado, o professore historiador Reudesman Lopes onde os mesmos tratavam das festividades referentes aos 70 anos do Atlético Cajazeirense de Desportos.
*O que se deve essa admiração ao seu trabalho no estado paraibano?
R- Tenho um carinho muito grande ao estado da Paraíba, desde os temos que eu era atleta profissional, no inicio dos anos 90 para ser mais preciso no ano de 93 tive o prazer de jogar pelo Esporte de patos, tínhamos uma boa equipe, éramos treinados por Natal Boroni e tínhamos um grupo de atletas experientes e de muita qualidade, jogadores como Dó, Bona, Conga, Fabio Recife, Ednaldo, Galeguinho, Betinho, e outros.
Realmente foi um ano marcante para a minha vida como atleta, ganhamos jogos importantes como Botafogo, treze, Auto Esporte, Sousa, eu logo comecei a brigar pela artilharia da competição, mas logo em seguido surgiu a oportunidade de ir trabalhar no futebol baiano e assim dar seqüência na minha carreira em outro estado.
Depois de muito tempo tive a honra de voltar a este estado desta vez já como treinador a convite do Narcisão gerente de futebol na ocasião do Atlético de Cajazeiras, realmente foi um grande desafio, o clube vivia um momento delicadoera dado por todos como um dos possíveis rebaixado era ultimo colocado e com m,uitos problemas para resolver.
Graças a Deus em um trabalho em conjunto com todos que fizeram parte conseguimos reverter a situação e ainda termos feito uma das melhores campanhas da segunda fase.
No ano seguinte eu estava no futebol Maranhense, tinha acabado de levar a equipe do MAC para as semifinais, foi quando recebi uma ligação do John Weine dirigente do Atlético que me fez um convite para regressar ao clube para um novo desafio, desta vez mais ousado e desafiador que era levar o clube as Semifinais do estadual, graças a Deus conseguimos novamente o nosso desafio, levamos o Atlético para as semifinais depois de 10 anos sem participar dessa fase decisiva.

*Professor, mas nem tudo foram flores na sua passagem pelo futebol paraibano, o que o senhor pode falar da sua passagem no Sousa E.C?
R- Meu amigo, um momento importante na minha carreira profissional eu vivia um bom momento, com trabalhos de destaques consecutivos, tive muitos convites de trabalhos de outros estados e até mesmo de outro país, mas optei aceitar um convite que eu via ser muito interessante, mas, sempre busco ver o lado bom das coisas, aprendi muito, a gente fica chateado como as coisas aconteceram, mas foi importante sim para mim.
*O senhor no Sousa não conseguiu dar seqüência ao trabalho até o final, o que se deve este fato?
R- Fizemos toda a pré-temporada, montamos um grande grupo, fizemos 3 amistosos ganhamos 1 empatamos 2, ganhamos da seleção de Sousa por 2x0 e empatamos com o Iguatu do CE em duas oportunidades 2x2 em casa e 1x1 na cidade de Iguatu, um detalhe importante que esta equipe do Iguatu foi finalista do forte campeonato Cearense da primeira divisão, na competição disputei 2 jogos, um empate em casa CSP e uma derrota fora de casa diante do Serrano uma equipe que chegou as fases seguintes da competição, outro detalhe importante em ambos os jogos tivemos inúmeras oportunidades de gols sendo desperdiçadas, sendo considerados melhores em campo e até pênalti perdido no segundo jogo.
Após o segundo jogo recebi uma ligação sendo comunicado do desligamento de quase toda a comissão técnica, foi tudo muito frustrante, mas como disse anteriormente, foi importante para a minha carreira, pois saí com a cabeça erguida porque estávamos fazendo um bom trabalho, tudo era questão de tempo.

*Depois deste episódio com o Sousa você voltaria a trabalhar no futebol paraibano?
R- Sim com certeza, como mencionei anteriormente tenho um carinho muito grande a este estado, guardo comigo só lembranças boas, e as que não foram tão boas tenho como aprendizado.
*Este mês é comemorado os 70 anos do Atlético de Cajazeiras, clube onde o Senhor segundo pesquisa popular é visto como um dos melhores treinadores que já passou pelo trovão azul, o que o senhor pode falar deste clube e para os seus torcedores, visto como uma das maiores torcida do estado?
R- Desejo muitos outros anos de história e conquistas e que me sinto um privilegiado ter vestido essa importante camisa paraibana, e ter podido contribuir de alguma maneira com a alegria deste clube, deste torcedor tão atuante.
*Professor agradecemos a sua atenção em ter podido responder as nossas perguntas e assim falar desta passagem marcante no estado, desejamos sorte na sua vida e carreira
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Por Vicente de Paula
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