Novo presidente da FPF diz que 75% dos escândalos no órgão ainda não foram revelados

 
Dentre as irregularidades constatadas na Federação, Nosman aponta que a principal é a manipulação dos resultados de partidas (Foto: Walla Santos)
Nosman Barreto, novo presidente da Federação Paraibana de Futebol (FPF), tomou posse nesta quinta-feira (28) e já promete mudanças estruturais no órgão. Ele ressaltou em entrevista ao ClickPB que foi o precursor das denúncias que culminaram no afastamento de Amadeu Rodrigues da presidência.
“O que foi apurado até agora, creio que chegue a 25% de tudo o que existe. Vai continuar todo esse trabalho, a Federação vai estar com as portas abertas nesse sentido”, destacou o novo presidente da FPF referindo-se às investigações policiais. Nosman aponta que 75% de todas as fraudes da FPF ainda serão evidenciadas.
Dentre as irregularidades constatadas na Federação, Nosman aponta que a principal é a manipulação dos resultados de partidas de futebol envolvendo até mesmo a compra de resultados e combinação com árbitros. “Ninguém sabe quem é campeão, quem não foi, quem sobe pra Série C. Essa prejudicou muito o paraibano”, comentou o presidente.
Além disso, ele enumera ainda alguns prejuízos à própria Federação Paraibana de Futebol levados pela antiga gestão. Nosman afirmou que tem denunciado desde o começo o “desvio de recursos, de verbas, falsificação de borderôs. Tem muita coisa que a polícia, juntamente com o Ministério Público está sendo investigado e acredito que vá aparecer mais coisas”.
Após tomar posse na presidência da Federação Paraibana de Futebol, Nosman promete as primeiras providências. Uma delas é a renovação dos funcionários. Ele acredita que irá substituir mais de 80% dos funcionários que trabalham atualmente na FPF. “A Federação hoje tem o seu corpo efetivo de funcionários, tem os cargos comissionados, tem as comissões. Então, naturalmente, se houve toda essa problemática com a administração anterior, naturalmente a gente vai fazer uma mudança até certo ponto radical”, defendeu.
Como tentativa de moralizar o órgão, Nosman pretende, além da realização de uma auditoria, abrir as portas para o Ministério Público e para a Polícia Civil. Ele destacou que “pra semana estamos indo à CBF pra chamar a CBF também pra essa parceria de moralização”.
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