Cerimônia de abertura Jogos Paralímpicos Rio 2016


Uma enorme escadaria separava Clodoaldo Silva e sua cadeira de rodas da pira olímpica no Maracanã. Foi então que se formou diante do nadador brasileiro, dono de seis ouros, cinco pratas e seis bronzes, uma rampa e o Tubarão conseguiu levar a tocha ao alto para dar início oficialmente à décima quinta edição dos Jogos Paralímpicos, no Rio de Janeiro. Foi o ponto alto de uma cerimônia fiel à sua proposta: emocionar o público e ressaltar a importância de acessibilidade e inclusão.
Se na abertura da Rio 2016 a cidade venceu com louvor o desafio de preparar uma festa à altura dos Jogos, desta vez o teste era provar que podiam manter um espetáculo de qualidade, que atraísse o público ao estádio, às duas TVs que transmitira (a Globo não o fez), às redes. 
Numa competição cujo tema é superação, a festa, guardadas as diferenças da abertura principal, respondeu aos desafios: o Maracanã lotou e a cerimônia entrou no topo dos trending topics mundiais do Twitter.
O maestro João Carlos Martins tocou ao piano o Hino Nacional Brasileiro e comoveu o público que, em alguns momentos, pôde se aproximar da experiência e percepção dos deficientes. 
Como na abertura da Rio 2016, o presidente Michel Temer fez um discurso relâmpago, mas de novo não conseguiu evitar as vaias do público.

El Pais
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