Técnico busca seu primeiro título da carreira no Campeonato Potiguar

 
Foto: Wellington Rocha/Portal No Ar
O campeonato de futebol do Rio Grande do Norte é levado com seriedade por um cearense que pela terceira vez participará da competição. Bira Lopes, técnico do Potiguar, busca seu primeiro título no esporte e promete que “não vão faltar empenho, raça e vontade” para que seu sonho se torne realidade.
Bira Lopes vive dias que antecedem datas muito aguardadas. No próximo sábado (23), seu time estreará no Campeonato Potiguar e na segunda-feira (25) comemorará seu natalício. A constatação ocorreu após a pergunta a respeito da idade do treinador. A resposta veio com entusiasmo: “vou fazer 43 anos na próxima segunda”.
O treinador do Time Macho, como o clube de Mossoró é conhecido, ainda conta com uma curta carreira na profissão. Ele luta para que consiga sucesso como professor já que dentro de campo se define como um “ex-atleta de carreira meteórica” e explica o motivo da descrição: “joguei apenas uma competição profissional” – o Campeonato Cearense de 1991 pelo América-CE.
O insucesso nos gramados levou Bira a buscar uma solução que lhe possibilitasse permanecer no esporte. “Com a frustação na carreira, fui estudar para ser treinador. Fiz alguns cursos e comecei a trabalhar em times amadores”, relata.
Cearense-Potiguar
Desde o começo de sua carreira como treinador, o Rio Grande do Norte já apareceu em sua vida. O primeiro clube profissional que abriu as postas para Bira Lopes foi de terras potiguares. “Trabalhei nas bases do ABC em 2006”. Detalhista, ele não esquece que “o presidente era Judas Tadeu”. O treinador do time profissional, professor? “Era Flávio Lopes”, recorda.
A primeira chance de treinar um time profissional também surgiu em terras potiguares. “Em 2009, eu era coordenador de bases do América-MG e no fim daquele ano surgiu uma parceria do clube com o Corintians de Caicó. O América mandou jogadores para cá e me enviou como treinador”, conta.
No Corintians, em 2010, ele deixou o clube após uma excelente campanha no primeiro turno do Campeonato Potiguar daquele ano. A boa passagem lhe rendeu um retorno ao clube no ano seguinte, quando o time enfrentava dificuldades no estadual. Dessa vez, chegou para trabalhar no segundo turno da competição e ajudou a livrar o time do rebaixamento.
Time Macho
O foco de Bira Lopes está totalmente voltado para o Potiguar. Afinal, o treinador quer “passar por aqui e deixar uma marca positiva”. O que seria essa marca? “Vagas na Serie D do Campeonato Brasileiro e na Copa do Nordeste”.
A missão não é das mais fáceis. “Começamos nossa preparação tardiamente. Isso prejudicou nosso condicionamento”, lamenta. Além disso, citando as desistências do Santa Cruz e do Corintians – clube que fez história – considera: “Peguei um ano de crise geral. Não é um ano dos mais fartos”. O resumo é feito com ironia: “vim na época de vaca magra”.
No entanto, Bira Lopes reconhece a necessidade de “se fortalecer” e assim “competir bem”. Até porque, o treinador busca seu primeiro título, isso seria “um sonho, um divisor de águas” e para tal lutará junto ao time que define como “tecnicamente forte” para que uma possível conquista, caso venha, seja inesquecível. “Se formos campeões, contaremos isso para sempre”.

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